Labirinto

Ferramenta de Meditação Universal

10/04/2015 by in category Atividades, Programação with 0 and 0
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Qualquer pessoa, em qualquer tradição ou caminho espiritual, irá se beneficiar com esta experiência que reflete o momento presente.

Quando você dá o primeiro passo no Labirinto está escolhendo, mais uma vez, seu próprio caminho espiritual.

A imagem do Labirinto é universalmente reconhecida como um símbolo de Unidade.

Os labirintos oferecem apenas UM CAMINHO A SER TRILHADO, sem ramificações. É preciso ter paciência para percorrer o caminho com todos seus contornos e chegar ao centro. Chegando ao centro, a pessoa pode aquietar sua mente e encontrar paz e iluminação no centro do seu próprio ser.

O Labirinto é o espelho de sua jornada espiritual e de vida. Não pare, se você errar não tem problema, vá ate o fim, isto só vai indicar que existem pontos em sua vida que precisam ser trabalhados, bloqueios que precisam ser removidos. Reflita sobre isto e volte outras vezes para trilhar o labirinto.

O percurso é intuitivo. O Labirinto reflete aquilo que cada um precisa descobrir na perspectiva de um novo nível de consciência.

Duas abordagens básicas
para andar no Caminho Sagrado

Uma forma de andar no Labirinto é escolher abandonar todo o pensamento e abrir-se à sua experiência individual com atenção. Geralmente, mas nem sempre, o silêncio ocorre no primeiro estágio do caminho do Labirinto. Após a mente estar quieta, você pode ESCOLHER continuar quieto. Você também pode usar o Labirinto como um caminho de prece. Simplesmente comece a conversar com Deus.

Uma segunda abordagem quanto ao caminho do Labirinto é considerar uma questão em mente. Se você está preocupado com alguma situação ou precisando resolver algo e está procurando por pistas para seu quebra-cabeça chamado “Sua Vida”, concentre-se nesta questão específica assim que entrar no Labirinto. Amplie seus pensamentos sobre a questão, envolva-se realmente, abandone todo o resto. Quando você caminha até o centro com o coração e mente abertos você está  abrindo-se para receber novas informações – novos insights sobre si mesmo.

Discernimento entre fluxo e força é muito importante aqui. O ego humano pode tentar forçar algo fora do seu tempo apropriado de amadurecimento e o resultado será NADA.

É este o papel das expectativas. Elas nos enganam, fazendo com que procuremos por algo mais e então, neste exato momento, perdemos o que está diante de nós. A mente pode fazer truques e tentar nos enganar no centro do Labirinto. Um dos enganos mais comuns é negar a informação que estivemos procurando até aqui. É sugerido sempre, ouvir o PRIMEIRO PENSAMENTO e não o segundo ou terceiro. Queremos encontrar o pensamento criativo, mas quando ele surge, nosso ‘eu crítico’ interno pode não ser capaz de tolerá-lo. O pensamento pode ser original demais, crítico demais, feio ou fragmentado. Portanto, está sempre cortado pela NEGAÇÃO, mascarado como ESQUECIDO e não participa de nosso caminho através do Labirinto. A mente também pode fazer truques designando prematuramente o “insight” que poderemos receber no centro do Labirinto. As experiências no Labirinto nem sempre são recebidas verbalmente. Muitos “sentem” pela intuição ou sexto sentido em um nível que é indescritível por palavras.

O objetivo deste projeto é que um grande número de pessoas visite e trilhe o Labirinto, mudando suas consciências e preparando o terceiro milênio em uma nova frequência de atitudes.

Os labirintos podem ser encontrados em quase todas as tradições religiosas ao redor do mundo como: a Kabballah ou Árvore da Vida, encontrada na tradição judaica mística, a Roda Medicinal Hopi e o Homem no Labirinto (dois dos muitos labirintos da tradição Nativa Americana).

O labirinto de Creta na Grécia, tem 7 elos e foi criado há 5000 anos. No oriente, as pinturas em areia são mandalas criadas pelos tibetanos através de um estado meditativo. Mesmo sem serem trilhadas, tais mandalas mantém a experiência de transformação dentro delas.

A prática de andar de forma meditativa em labirintos descende da época medieval, quando muitas pessoas eram conduzidas aos seus próprios caminhos espirituais através dos pés: da sola para alma.

O labirinto é um arquétipo, uma marca divina, encontrado em todas as tradições religiosas, de várias formas ao redor do mundo. Quando você anda sobre a réplica do Labirinto da Catedral de Chartres, você redescobre uma tradição mística esquecida, que insiste em renascer.

Historicamente foi utilizado por peregrinos e ordens religiosas que percorriam os Caminhos Sagrados como: Santiago de Compostela e peregrinação à Terra Santa. Hoje o Labirinto está se tornando popular, atraindo um número cada vez maior de buscadores espirituais.

O LABIRINTO DA
CATEDRAL DE CHARTRES

O Labirinto de Chartres, a sudoeste de Paris, é um dos muitos desenhos feitos sobre pedras em catedrais góticas nos séculos XII e XIII, na França e norte da Itália. O labirinto em Chartres preenche completamente a nave, com 12,87 m de diâmetro, feito em pedras azuis escuras e brancas. Fica próximo da porta principal e há um grande vitral bem acima, no alto da Catedral. Os labirintos das igrejas medievais foram desenhados como mandalas cosmológicas. Falta, no centro do labirinto, uma placa circular em cobre que representava o combate de Teseu e  Minotauro. Com isto vemos que o labirinto de Chartres se refere ao famoso labirinto de Cnossos, na ilha de Creta na Grécia, feito pelo arquiteto legendário Dedale, do rei Monos. A placa simbolizava a vitória do bem sobre o mal.

A EXPERIÊNCIA DA
MEDITAÇÃO

Muitos de nós temos dificuldade em aquietar a mente. Os budistas chamam o estado mental “distraído” de “mente de macaco”, que é a imagem a que a  mente se assemelha: pensamentos balançam à nossa frente como macacos de galho em galho, fazendo barulho sem qualquer rima ou razão consciente. Quando a mente está quieta, nos sentimos em paz e abertos, conscientes do grande silêncio que envolve todo o Universo.

A quietude total da mente não é fato real para muitos de nós. O monge Thomas Keating descreveu a mente como um lago quieto. Um pensamento é como um peixe que nada pelo lago. Se você se deixa envolver pelo “peixe” (observando-o e analisando-o) então você é fisgado. Muitos de nós temos aprendido, através da meditação, como é difícil aquietar a mente, mas quando conseguimos as recompensas são enormes.

No Labirinto, o simples fato de andar por este caminho sagrado e complicado, uma vez que exige atenção e concentração mental, pensamentos outros tornam-se menos intrusos. Uma mente quieta não fica quieta automaticamente. Você precisa,  gentilmente, guiá-la com a intenção de liberar os pensamentos desnecessários. Isso se torna muito mais fácil quando seu corpo está em movimento, enquanto você simplesmente caminha.

Atividade gratuita – Agende um horário pelo telefone 3628-6828

O CAMINHO
ATRAVÉS DO SILÊNCIO

Este caminho de meditação profunda, ou contemplação, nos conduz à totalidade do vazio e ao vazio de nossa totalidade no centro de nosso ser. Plantamos a semente do silêncio dentro de nós mesmos, nos comprometendo à uma prática simples: aquietar a mente.

Quando permitimos que nossa mente se esvazie de qualquer pensamento, conseguimos entrar no Grande Silêncio. Este estado é chamado “descansando em Deus” e dele adquirimos uma grande revigoração. Descobrir nosso silêncio interno é entrar em um território completamente novo, é como abrir uma porta escondida para a alma.

É necessário ter muita paciência e aguardar o momento certo.

O caminho do silêncio exige uma disciplina de cultivar a concentração interna, a mesma que muitos de nós não conseguimos sustentar no meio do caos de nossas vidas estressantes. Entretanto, a quantidade de stress que atravessamos é exatamente a razão pela qual necessitamos encontrar um novo método de meditar.

O Labirinto pode ser uma ajuda tremenda no processo de auxiliar a mente a se acalmar enquanto o corpo está em movimento. O movimento retira o excesso da carga da energia psíquica, que atrapalha nossos esforços de aquietar processos de pensamentos.

O CAMINHO
ATRAVÉS DA IMAGEM

Nós queremos alcançar um nível de consciência onde não estaremos sendo inundados por pensamentos estranhos. Com o objetivo de estarmos graciosamente abertos para nossas experiências, entramos em um estado receptivo que permite que as imagens apareçam, se elas assim quiserem. No primeiro momento, as imagens parecem tímidas, mas eventualmente  elas podem surgir. Estas imagens podem permanecer singulares e silenciosas diante de nós, ou podem se abrir como um cinema dentro dos olhos da alma. Geralmente, na consciência diária, os pensamentos guiam a imaginação. Entretanto, neste caminho através da imagem, a imaginação guia os pensamentos.

As imagens que surgem dos patamares imaginários da mente inconsciente, especialmente quando estamos em um local sagrado, podem ser presentes da Graça Divina. Entretanto, necessitamos trabalhar para decifrar a mensagem captada pelo inconsciente coletivo da humanidade e por nosso inconsciente individual.

Os caminhos, através do silêncio e da imagem, são dois grandes rios que se tornam UM. Aqueles que observaram a dança do silêncio e da imagem concordam que quando se está descansando no coração do silêncio, uma imagem aparece. E quando alguém recebe uma imagem profunda, um grande silêncio envolve a Alma. Ambos os caminhos requerem novos e diferentes níveis de consciência, descobertos no Labirinto.

O LABIRINTO NA PAX

“O primeiro contato da PAX com O Labirinto foi em 1994, na Grace Cathedral, Catedral de São Francisco de Assis na cidade de São Francisco, Califórnia – EUA. Desde então, cada vez que lá retornamos com grupos de meditação, trilhamos o Labirinto. Em 1995 estivemos em Chartres na França para conhecer o Labirinto original, feito no século XII, em mosaico de pedra dentro da catedral.

Quando soubemos do objetivo da Catedral de São Francisco de divulgar uma forma geométrica sagrada que resgata o passado da humanidade, ao mesmo tempo que libera novas energias para o momento presente, começamos a nos aprofundar neste estudo. Após esses contatos com a energia do Labirinto fora do Brasil, o Mestre Saint Germain pediu, em 1997, que tivéssemos o Labirinto disponível na PAX para que mais pessoas pudessem trilhá-lo. Nossa experiência nesses anos, com as pessoas que tem trilhado o labirinto, tem sido fantástica. O caminho sagrado do Labirinto auxilia no desbloqueio das energias que embaraçam o momento presente de nossas vidas. É com grande alegria que convidamos você a vivenciar esta experiência única, em que na grande mandala do labirinto, você entrará em contato com seu próprio EU MAIOR, despertando todo o seu potencial latente.

O texto a seguir foi traduzido do manual que acompanha a permissão para reproduzirmos o Labirinto em nossa sede, conferida pela Catedral de São Francisco (Grace Cathedral)  à Fraternidade PAX Universal e do guia francês do Labirinto de Chartres.

Trilhe o Labirinto e tenha UM FELIZ CAMINHO NOVO EM SUA VIDA”.

Carmen Balhastero

Resumo de como andar no Labirinto:

– Pare na entrada e permita-se estar completamente consciente do simples ato de percorrer o Caminho Sagrado do Labirinto. Ande naturalmente sobre o Labirinto.
– Siga o seu passo: permita que seu corpo determine seu ritmo.
– Caminhe descalço sobre o labirinto: uma vez que este é o caminho sagrado, a energia flui da sola do pé para a alma.
– Trilhe o Labirinto com a mente e o coração abertos.

COMO TRILHAR

– Limpe sua mente e preste atenção na sua respiração. Permita-se encontrar os passos no ritmo que seu corpo deseja ir. Às vezes você irá “passar” pessoas que estejam trilhando o Labirinto, ou mesmo deixar que elas “passem” você enquanto você caminha.

– Permaneça no caminho, não pise nas bordas, você irá descobrir que precisará de concentração e um objetivo claro. Sugestão: olhe para baixo no caminho e concentre-se no seu corpo.

– Quando você entrar, não pense em nada a não ser o caminho que está trilhando. Não pule caminhos.

– Ao chegar no centro do Labirinto, você terá chegado ao meio do seu caminho. Respire, medite, faça uma prece, preste atenção nas sensações do seu corpo e retorne ao ponto de partida.

Encontre o ritmo apropriado para o seu passo e concentre-se.

Em nosso mundo caótico e cheio de afazeres, constantemente estamos com pressa e caminhamos mais rápido do que confortável para nós. Nesta pressa, perdemos o sentido de nossas verdadeiras necessidades. Frequentemente nos apressamos para fazer algo e somos forçados a esperar. A mesma coisa pode ocorrer no Labirinto, mas há uma diferença.

O Labirinto nos ajuda a encontrar o ritmo natural de nosso passo e chama nossa atenção para ele, enquanto o  reverenciamos como uma ferramenta de autoconhecimento.

Enquanto você encontra seu passo no ritmo certo, apoie seu movimento no Labirinto conscientizando-se da sua respiração. Permita que sua respiração se mova de forma suave e ritmada para dentro e fora do seu corpo. Isso pode acontecer  com cada passo, como em uma prática de meditação budista, se você assim escolher. Deixe que sua experiência seja seu guia.

Cada experiência no Labirinto é diferente, mesmo que você trilhe o Caminho Sagrado muitas vezes, em um curto espaço de tempo. O ritmo dos passos também é diferente a cada vez. Este ritmo pode mudar drasticamente dentro dos estágios que você atravessa percorrendo o Caminho Sagrado.

Encontrar o nosso ritmo, permitir estar receptivo a todas as experiências e ter consciência dos pensamentos habituais e assuntos que envolvem nosso desenvolvimento espiritual é o caminho do autoconhecimento .

Os três estágios durante o percurso

LIBERAÇÃO: ocorre uma liberação de todos os detalhes da sua vida. É um ato de liberar pensamentos e emoções. Aquiete e esvazie a mente, inspire e expire profundamente deixando os pensamentos e emoções virem à tona.

ILUMINAÇÃO: é quando você atinge o centro. Permaneça ali o tempo que você desejar. Lugar de prece e meditação. Receba o que você tem direito de receber.

UNIÃO: é quando você se alia a Deus, a seu poder mais elevado, ou seja, às forças de Cura que atuam no mundo hoje. Quando você sai do centro e faz o caminho da volta até a saída, você se fortalece na busca e no trabalho que sua alma está procurando.

HISTÓRIA DO LABIRINTO
na Ponte do Arco-íris

Meu primeiro contato com o Labirinto foi na Fraternidade Pax e logo depois em 2000, quando visitei a Grace Cathedral em San Francisco. Mestre Saint Germain pediu à Carmen Balhestero (1997) que o Labirinto estivesse disponível na Pax para que mais pessoas pudessem trilhá-lo.

Trilhei pela primeira vez o Labirinto original em Chartres, anos mais tarde. Agora, recebemos a benção de, juntamente com a Pax, ter na Ponte uma réplica em tapete violeta, com o objetivo de que um maior número de pessoas possa visitar e trilhar o Labirinto, ampliando suas consciências e preparando-se para novas frequências e mudanças de atitudes.

A Ponte do Arco-íris obteve permissão da Fraternidade PAX para ter o labirinto, facilitando assim o caminho dos que buscam a própria espiritualidade.

Maria Auxiliadora Freitas Gomes

CONHECIMENTO PERDIDO

O Labirinto mostra partes desconhecidas em nós, formas que a nossa civilização ocidental já esqueceu. Quando você trilha o Labirinto, esquece do mundo de divisões e separações por alguns minutos, onde uma forma de pensar clara através do canal da intuição tem uma chance de emergir das profundezas internas.

Esta “Consciência do Todo” permite a compatibilidade com um senso de unidade com os cosmos. Quando mudamos nosso mundo para o sistema cartesiano, o labirinto caiu em desuso. Querendo abraçar uma nova religião de ciência empírica, o valor desta antiga ferramenta foi dispensado. Mesmo assim, a ferramenta tornou-se resistente através dos séculos.

Atividade gratuita – Agende um horário pelo telefone 3628-6828

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